Óleo, Extrações e Flores!

O Brasil conta com mais de 300 associações de pacientes que desenvolvem uma ampla variedade de recursos terapêuticos derivados da Planta, regulamentados pela ANVISA. 

Essa rede de apoio garante o acesso seguro a óleos, extrações concentradas, pomadas e até flores in natura, permitindo que você encontre a melhor forma de integrar essa poderosa ferramenta de autocuidado à sua rotina com total amparo legal e qualidade garantida.

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O perigo real é a ignorância.

cuidado com a planta

Para nós, Cuidado com a Planta significa:


Autonomia

Você é a protagonista da sua saúde.

Informação técnica com olhar humano.

O uso consciente como ferramenta de cura.

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Quer aprender sobre a planta?

O Vazio Regulatório: Quando o Direito à Saúde Não Alcança o Jardim

A recente reunião da Diretoria Colegiada da Anvisa em janeiro de 2026 desenhou um mapa para o futuro da cannabis no Brasil: o caminho é industrial, rastreável e altamente regulado. Ao consolidar o cultivo para fins medicinais sob o rigor de Autorizações Especiais (AE) e georreferenciamento, a agência enviou uma mensagem clara sobre quem são os convidados para essa nova economia. No entanto, para os leitores que buscam a soberania de seus corpos através do saber ancestral e do cultivo doméstico, o documento revela que o Estado ainda prefere a tutela à liberdade.

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O Poder do Coletivo: As Associações como Pilares do Acesso a Cannabis no Brasil

A história da regulamentação da Cannabis no Brasil não começou em um fórum técnico, mas na coragem de famílias que, diante da dor e da omissão estatal, decidiram que a vida não poderia esperar.
Na última reunião da Anvisa, as vozes das associações ecoaram não como pedidos de socorro, mas como afirmações de organização coletiva e resiliência social. Elas deixaram de ser um "arranjo social" para se tornarem o alicerce de um modelo de saúde participativo e comunitário.

Tá liberado prescrever flores?

Fato concreto: as pessoas utilizam substâncias independentemente de políticas proibicionistas. A proibição, longe de extinguir o consumo, atua como um vetor de vulnerabilidade. Ao buscar o acesso em um mercado paralelo faccionado, os usuários são expostos a riscos que transcendem a saúde biológica. O processo de aquisição, marcado pela clandestinidade e pela ausência de padronização, gera quadros profundos de medo e ansiedade.
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Dra Ursula Catarino

Sou Ursula, médica e pesquisadora comprometida com a perspectiva antiproibicionista, cuja prática clínica se fundamenta no acompanhamento de mais de mil pacientes e na vivência pessoal como mulher autista e paciente medicinal de cannabis. 

Minha atuação transcende o modelo biomédico tradicional, estabelecendo o cuidado como um exercício dialógico e contra-colonial, onde a autonomia e a redução de danos são os eixos centrais da emancipação dos usuários. 

Através de uma abordagem que integra o rigor científico à sabedoria ancestral, ofereço um suporte qualificado para que cada indivíduo identifique suas vulnerabilidades e reconheça o uso terapêutico de substâncias como um direito à saúde e à dignidade. 

Proponho um diálogo aberto e livre de estigmas, focado na construção de um saber coletivo que desafia as estruturas de controle e promove o verdadeiro bem-estar.