Sou Ursula, médica e pesquisadora comprometida com a perspectiva antiproibicionista, cuja prática clínica se fundamenta no acompanhamento de mais de mil pacientes e na vivência pessoal como mulher autista e paciente medicinal de cannabis.
Minha atuação transcende o modelo biomédico tradicional, estabelecendo o cuidado como um exercício dialógico e contra-colonial, onde a autonomia e a redução de danos são os eixos centrais da emancipação dos usuários.
Através de uma abordagem que integra o rigor científico à sabedoria ancestral, ofereço um suporte qualificado para que cada indivíduo identifique suas vulnerabilidades e reconheça o uso terapêutico de substâncias como um direito à saúde e à dignidade.
Proponho um diálogo aberto e livre de estigmas, focado na construção de um saber coletivo que desafia as estruturas de controle e promove o verdadeiro bem-estar.